28.02.2018

NGK explica como o combustível de má qualidade afeta o veículo

Com o preço médio da gasolina 2,75% mais alto em 2018, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a busca por postos com preços mais competitivos aumenta. Porém, é preciso que o motorista fique atento também à procedência e qualidade da gasolina e etanol. Combustíveis adulterados ou de má qualidade podem causar carbonização ou superaquecimento das velas de ignição, alerta a NGK, marca especialista na fabricação do componente.

 

“Dificuldades na partida, falhas no motor e perda de potência são alguns problemas que podem ser causados pela ação do combustível de má qualidade nas velas de ignição”, explica Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK.

 

O especialista explica que apenas com uma simples análise visual do componente é possível identificar indícios que o combustível utilizado pode não ter uma boa qualidade. Por esse motivo, é importante que o mecânico sempre verifique as condições da vela em uma revisão. “No caso da carbonização, a ponta ignífera da peça fica totalmente coberta com resíduos de carvão. Já em situações onde há acumulo de resíduo vermelho na ponta da vela, indica o uso de combustível com óxido de ferro”, explica Hiromori Mori.

 

Vela em ordem, mais economia

De acordo com Hiromori Mori, a dica para o motorista que deseja economizar combustível é garantir que as velas de ignição estejam em ordem. “A vela de ignição é responsável por garantir que o combustível seja queimado de forma correta, sem desperdício. Por isso, o bom funcionamento da peça influencia diretamente no consumo de gasolina ou etanol”, alerta o consultor da NGK.

 

A recomendação da fabricante é que a peça seja inspecionada anualmente, a cada 10 mil quilômetros ou conforme orientação da montadora.

 

Outra solução interessante para quem busca economia é investir em uma vela especial. A NGK disponibiliza no mercado de reposição as velas G-Power, feitas em platina, e Iridium IX, de irídio.

 

Produzidas em material nobre, os componentes possuem a ponta do eletrodo mais finas do que as velas convencionais, proporcionando uma queima otimizada e, consequentemente, maior economia de gasolina ou etanol. “Além disso, por terem mais facilidade em gerar centelha, as velas especiais melhoram o desempenho do veículo, sem que seja necessário fazer grandes transformações no motor” afirma Hiromori Mori.

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